Bolo de Cenoura com Café preto.

Bolo de Cenoura com Café preto.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Café com mainha

Após a história lá do arroz com frango da Ofélia, fui com minha mãe no Franz Café. Isso é uma coisa que sempre mainha e eu fazemos quando estamos juntas. Não necessariamente tomar um café no Franz Café, mas sentar, conversar, olhar o tempo passar e, claro, tomar um cafezinho e comer um pedaço de bolo. No caminho fiquei presa no engarrafamento várias vezes. Cidade pequena no Natal é situação bizarra.



Bom, essa é a fila de carros que saía da Coroa do Meio ou do Shopping Riomar para entrar na Avenida Beira Mar. Grandinha, não é?


E esses são os carros na minha frente enquanto espero em outra fila. Estamos na Avenida Beira Mar, sentido praias, e estou indo ao Shopping Jardins.


Mainha me mata se sabe que coloco neste sítio essa foto dela digitando no celular.


Agora sim, dona May, sorridente. Tomamos cada uma um café. O de sempre. Carioquinha para ela e espresso normal pra mim.


Euzinha com cara de cansada e preta da praia. De cabelos já lisos por causa da escova de Natal. Uma chiquereza!!!

Arroz de frango da Ofélia

 Era o momento do Natal e havia combinado com o meu avô e a minha mãe que faria a ceia. Acho que esse foi terceiro Natal que preparei o Chester para a ceia. No entanto, nesse ano seria diferente. Como minha irmã não come Chester e outras carnes de Natal, me propua para fazer um arroz de frango que minha mãe fazia quando éramos crianças. Foi uma arroz que ela viu no programa da Ofélia, que por muito tempo alegrou as manhãs de muitas donas de casa mostrando receitas fáceis de fazer. Minha mãe copiou a receita há cerca de 25 anos, quando meu irmão tinha poucos meses de vida e morávamos em Campos, Campos dos Goytacases, aqui no Rio de Janeiro. Para a ceia de Natal, de 2011, minha mãe me deu algumas orientações e o resto eu tentei fazer parecido...



Eu não lembrava de como cozinhar frango. Lembro uma vez que em Florianópolis fiz ensopado de frango lá pra casa. No momento, funcionou, mas depois de quase quatro anos sem mexer em frango, eu tive que busca alguma coisa mais recente.


Peguei duas receitas de frango que achei nos livros de receitas da minha mãe, acho que da editora Cláudia e tentei aproximar os preparos.


Bom, a ideia era de que fritando o frango antes de colocá-lo no arroz e depois de juntar as ervas finas ele pudesse ficar assim, nessa cor... Será que eu conseguiria? Acho que era muita pretensão ;) Passemos ao processo.


Fiz um arroz simplesinho para começar. Separei 500g. Antes de colocá-lo no fogo, cortei alguns dentes de alho, o quanto fosse bom pra mim, eu costumo gostar de muito alho e depois fritei por um tempo no óleo. Não muito tempo, do contrário o alho queima. E aí, despejei o arroz lavado. Mexi por um tempo o arroz na panela no fogo, para dar uma fritadinha nos grãos e depois coloquei a água que, se não me engano, não estava quente. Foi água normalzinha mesmo. E coloquei de um jeito que ficasse o dobro da área que ocupa o arroz no fundo da panela. Essa é a minha medida para a água secar e o arroz tá bom, sem que eu preciso escorrer ou acrescentar mais água. Durante o cozimento coloquei umas azeitonas verdes cortadinhas. Essas eu comprei prontas.



Enquanto o arroz ficava pronto, o frango que usaria no arroz, descongelava, numa tigela dentro da pia...


Peguei 6 limões, cortei em quatro pedaços cada um e retirei aquela coisinha branca que fica no meio. Acredito que é aquilo ali que dá o gosto amargo do limão. Como iria espremer o sumo para temperar o frango achei melhor tirar. Até por que fica mais fácil espremer.


Esses eram os pedaçços de frango que tinha em mãos. Minha mãe falou que eu cortasse ao máximo.
Era só minha irmã que iria comer e o frango poderia render bastante.


Depenei o frango e com as partes que retirei cortei em cubinhos.


Cubinhos!


Cubinhos e um pouco de sal.
Duas colheres de sopa.



Ervas finas. Potinho comprado no supermercado.
Uma colher de sopa.



Pimenta do reino moida.
O quanto quiser.
Eu costumo gostar de pimenta, então exagerei.

Quatro pedaços de frango que restaram, que também vão para a receita e temperados igual aos cubinhos.




Limões espremidinhos.


Os quatro pedacinhos de frango temperadinhos iguais aos cubinhos!
Tcharãnnn!



Manteiga na frigideira para derreter.
Uma colher de sopa.



Primeiro, os 4 pedações de frango.


E vão fritando um bocadinho!


Quando já estão mais ou menos douradinhos, colocamos os pedaços menores.


Resolvi no meio do processo colocar cravos, para dar um tom oriental.
Lá em casa ninguém gostou...



Havia corta cebolas e pimentões em cubinhos. Acrescentei.

2 cebolas.
1 pimentão.


4 colheres de sopa de azeitonas cortadas em rodelas.
Achei-as pronta na geladeira, só fiz acrescentar.


3 tomates cortados em cubinhos também.


Um pouco de água para hidratar a mistura.
Duas conchas.



Deixei cozinhar por um tempo, até a água quase secar.


Enquanto isso peguei umas ameixas secas e cortei em pedaços.


Pedaçinhos de ameixas secas.


Achei também salames na geladeira.
Salames cortadinhos.
Os salaminhos e as ameixas eu useu para a farofa de miúdos do Chester. Ficou legal... Mas isso quem comeu mesmo fou meu avô e eu, os únicos da casa que gostamos de muídos...



A mistura tá mudando de cor, a água está evaporando e o frango cozinhando.


O arroz que já estava pronto, vai ser acrescentado aos pouquinhos.


Arroz branquinho e misturinha.


Frango sendo transportado para o arroz branco.


Mexe, mexe, mexe!
Até ficar tudo misturado.


E ele ficou mais ou menos assim, com essa textura.

Como o frango foi feito no dia anterior à ao dia da ceia, ou seja, no dia 23, eu o coloquei em uma tigela refratária e o envolvi com papel alumínio. Deixei no congelador até a manhã do dia 24, um sábado, quando retirei deixei desgelar naturalmente. A noite, quando retirei o Chester do forno, coloquei essa tigelinha aí, de arroz para esquentar. Funciounou super bem e todo mundo comeu feliz e contente! Bendito arroz da senhora Ofélia!!!